VICTOR ANDREWS
Assessoria esportiva
BUSCA2.149
@victorandrews2k19
GUIA COMPLETO DO INTERCÂMBIO ESPORTIVO

Como funciona estudar e jogar nos Estados Unidos

Não é sobre ter dinheiro nem contato lá fora. É sobre entender o processo e chegar pronto na janela de embarque. Aprenda com quem fez isso sozinho e hoje embarca atletas do mundo inteiro.

800+ ATLETAS ASSESSORADOS
60+ PAÍSES ATENDIDOS
7+ ANOS CONSTRUINDO SONHOS

Do campo ao campus. Do sonho ao embarque.

ROLAR PARA O GUIA
ATLETAS QUE JÁ EMBARCARAM ATRAVÉS DA VICTOR ANDREWS ASSESSORIA
Caio Carrara–New Jersey Institute of TechnologyNCAA D1
Santiago Gonzales–Shorter UniversityNCAA D2
Hayate Furumoto–Presbyterian CollegeNCAA D1
Lucas Beja–Southern Nazarene UniversityNCAA D2
Eric Calderon–Mercyhurst UniversityNCAA D1
Alexander Stevens-lee–University of the District of ColumbiaNCAA D2
Eduarda Queiroz–Xavier University of LouisianaNAIA
Rodrigo Silva–North Greenville UniversityNCAA D2
Takuto Nishide–Fairleigh Dickinson UniversityNCAA D1
Ramone Trentin–Daemen UniversityNCAA D2
Ryuta Morioka–University of North FloridaNCAA D1
Natalia Mora–Oakland City UniversityNCAA D2
Bakir Omercevic–University of New HavenNCAA D1
Mohamed Abrahim–Shaw UniversityNCAA D2
Aiden Williams–Mercyhurst UniversityNCAA D1
Deion Miller–Francis Marion UniversityNCAA D2
Maria Campos–University of UtahNCAA D1
Adechina Karabo–Davis & Elkins CollegeNCAA D2
Gonzalo Delgado–Mercyhurst UniversityNCAA D1
Caio Oliveira–Shaw UniversityNCAA D2
Kevaughn Harris–Southern Illinois University EdwardsvilleNCAA D1
Jorge vandervelde–Lourdes UniversityNAIA
Jevaughn Harris–University of Texas Rio Grande ValleyNCAA D1
Eduardo Morschel–Doane UniversityNAIA
Andres Martinez–SUNY FredoniaNCAA D3
Jama Ahmed–Dalton State CollegeNAIA
Gabriela Darrieux–Louisiana Christian UniversityNAIA
Dylan Conell–University of Science and Arts of OklahomaNAIA
Isabella Cetra–Louisiana Christian UniversityNAIA
Riley Green–Ave Maria UniversityNAIA
Matheus Nascimento–Louisiana Christian UniversityNAIA
Danilo Jokovic–Central Methodist UniversityNAIA
Emiliano Sosa–Louisiana Christian UniversityNAIA
Gabriel Lima–Marian UniversityNAIA
Nicole Calderón–Louisiana Christian UniversityNAIA
Gabriela Medeiros–Northwestern CollegeNAIA
Antonio Bilancieri–Ranger CollegeNJCAA D1
Cristina Altez–Northwestern CollegeNAIA
Victor Tavares–Hawkeye Community CollegeNJCAA D1
Andreas Socratous–Mount Mercy UniversityNAIA
Gabriel Bonini–Northern Oklahoma CollegeNJCAA D1
Pelayo Cachero–Harry S. Truman CollegeNJCAA D2
Laissa Brito–Neosho County Community CollegeNJCAA D1
Taylor Marange–Harry S. Truman CollegeNJCAA D2
Jose David–John Wood Community CollegeNJCAA D1
William Calafiori–Morton CollegeNJCAA D2
Abraham Agbezo–Western Nebraska Community CollegeNJCAA D1
Samuel Cury–Morton CollegeNJCAA D2
Daniel Candeias–Monroe UniversityNJCAA D3
Matheus Okuma–Morton CollegeNJCAA D2
Pierre Jean–Monroe UniversityNJCAA D3
Lucas Oliveira–Jamestown Community CollegeNJCAA D3
Gabriel Mamede–Lake Superior CollegeNJCAA D3
Guilherme Castro–Minnesota West Community and Technical CollegeNJCAA D3
Caio Carrara–New Jersey Institute of TechnologyNCAA D1
Santiago Gonzales–Shorter UniversityNCAA D2
Hayate Furumoto–Presbyterian CollegeNCAA D1
Lucas Beja–Southern Nazarene UniversityNCAA D2
Eric Calderon–Mercyhurst UniversityNCAA D1
Alexander Stevens-lee–University of the District of ColumbiaNCAA D2
Eduarda Queiroz–Xavier University of LouisianaNAIA
Rodrigo Silva–North Greenville UniversityNCAA D2
Takuto Nishide–Fairleigh Dickinson UniversityNCAA D1
Ramone Trentin–Daemen UniversityNCAA D2
Ryuta Morioka–University of North FloridaNCAA D1
Natalia Mora–Oakland City UniversityNCAA D2
Bakir Omercevic–University of New HavenNCAA D1
Mohamed Abrahim–Shaw UniversityNCAA D2
Aiden Williams–Mercyhurst UniversityNCAA D1
Deion Miller–Francis Marion UniversityNCAA D2
Maria Campos–University of UtahNCAA D1
Adechina Karabo–Davis & Elkins CollegeNCAA D2
Gonzalo Delgado–Mercyhurst UniversityNCAA D1
Caio Oliveira–Shaw UniversityNCAA D2
Kevaughn Harris–Southern Illinois University EdwardsvilleNCAA D1
Jorge vandervelde–Lourdes UniversityNAIA
Jevaughn Harris–University of Texas Rio Grande ValleyNCAA D1
Eduardo Morschel–Doane UniversityNAIA
Andres Martinez–SUNY FredoniaNCAA D3
Jama Ahmed–Dalton State CollegeNAIA
Gabriela Darrieux–Louisiana Christian UniversityNAIA
Dylan Conell–University of Science and Arts of OklahomaNAIA
Isabella Cetra–Louisiana Christian UniversityNAIA
Riley Green–Ave Maria UniversityNAIA
Matheus Nascimento–Louisiana Christian UniversityNAIA
Danilo Jokovic–Central Methodist UniversityNAIA
Emiliano Sosa–Louisiana Christian UniversityNAIA
Gabriel Lima–Marian UniversityNAIA
Nicole Calderón–Louisiana Christian UniversityNAIA
Gabriela Medeiros–Northwestern CollegeNAIA
Antonio Bilancieri–Ranger CollegeNJCAA D1
Cristina Altez–Northwestern CollegeNAIA
Victor Tavares–Hawkeye Community CollegeNJCAA D1
Andreas Socratous–Mount Mercy UniversityNAIA
Gabriel Bonini–Northern Oklahoma CollegeNJCAA D1
Pelayo Cachero–Harry S. Truman CollegeNJCAA D2
Laissa Brito–Neosho County Community CollegeNJCAA D1
Taylor Marange–Harry S. Truman CollegeNJCAA D2
Jose David–John Wood Community CollegeNJCAA D1
William Calafiori–Morton CollegeNJCAA D2
Abraham Agbezo–Western Nebraska Community CollegeNJCAA D1
Samuel Cury–Morton CollegeNJCAA D2
Daniel Candeias–Monroe UniversityNJCAA D3
Matheus Okuma–Morton CollegeNJCAA D2
Pierre Jean–Monroe UniversityNJCAA D3
Lucas Oliveira–Jamestown Community CollegeNJCAA D3
Gabriel Mamede–Lake Superior CollegeNJCAA D3
Guilherme Castro–Minnesota West Community and Technical CollegeNJCAA D3

O que é, na prática, estudar e jogar nos EUA?

É um modelo único: você cursa uma graduação em uma universidade americana e joga em alto nível representando o time da faculdade, com a possibilidade de ter o investimento parcial ou totalmente coberto por bolsa esportiva. Você não precisa escolher entre o esporte ou o acadêmico. Você pratica os dois.

  • Diploma acadêmico reconhecido internacionalmente por instituições tradicionais americanas.
  • Esporte de altíssimo nível com estrutura profissional: dos treinos, viagens e jogos em estádios, até fisiologia, scout e recuperação. Estrutura de primeiro mundo.
  • Pacotes de auxílio podem cobrir uma parte significativa do custo final e, em alguns casos, o custo inteiro. A composição varia por instituição, divisão e perfil e pode combinar bolsa esportiva, acadêmica, mérito e necessidade financeira. NCAA D3, por exemplo, não oferece bolsa atlética.
  • Visto de estudante (F-1), com possibilidade de trabalho autorizado no campus e, quando elegível, experiências práticas vinculadas ao curso, como o OPT.
Victor Andrews

Victor Andrews. Brasileiro. Ex-estudante-atleta. Empresário.

Sou Victor Andrews Batista Machado, carioca, e hoje vivo nos Estados Unidos. Cheguei aqui em 2019 com uma bolsa atlética para jogar e estudar na Siena Heights University, e senti na pele as falhas no suporte que a maioria dos atletas recebia.

Na universidade, vi muito atleta talentoso ficar pelo caminho, alguns com condição financeira melhor que a minha. Eles não sabiam montar um vídeo de highlights, falar com treinador, negociar ou se apresentar do jeito certo. Achavam que jogar bem bastava para serem vistos. Foi aí que comecei a ajudar atletas brasileiros a entrar no esporte universitário americano.

O trabalho começou pequeno e hoje soma mais de 800 atletas assessorados, de mais de 60 países. Já atendi jovens de comunidade e atletas de famílias de alto patrimônio, e isso me ensinou que perfis muito diferentes têm espaço quando a oportunidade é construída com estratégia.

O meu trabalho é abrir portas que muitos atletas nem sabem que existem. Cada atleta que embarca leva o meu nome junto, e eu trato cada caso com essa responsabilidade.

Sou formado pela New College of Florida e hoje curso um Master of Business Administration pela University of the Cumberlands. Escrevi este guia para reunir o que aprendi nesses anos e para que você entenda o processo antes de dar o primeiro passo.

Descubra se você tem perfil real para bolsa

Antes de pensar em universidade, visto ou proposta, o primeiro passo é entender seu nível esportivo, acadêmico, financeiro e o melhor caminho dentro do sistema americano.

1. Perfil esportivo

Posição, vídeo, nível competitivo, idade, histórico de clubes, estatísticas e potencial para NCAA, NAIA ou NJCAA.

2. Perfil acadêmico

GPA, histórico escolar, inglês, TOEFL/Duolingo, major desejado e possibilidade de bolsa acadêmica combinada com bolsa esportiva.

3. Perfil financeiro

Budget familiar, custo final esperado, chances de bolsa parcial ou integral e universidades que fazem sentido para a realidade da família.

AS LIGAS UNIVERSITÁRIAS

3 dos principais sistemas. 1 destino: o campus.

NCAA, NAIA e NJCAA são três dos principais sistemas do esporte universitário americano, cada um com regras e estruturas diferentes. Entender essas diferenças é o primeiro passo para escolher o caminho mais adequado ao seu perfil.

National CollegiateAthletic Association(NCAA)

A maior associação esportiva universitária dos Estados Unidos, dividida em D1, D2 e D3. O nível, as bolsas esportivas e os requisitos variam conforme a divisão e a instituição.

Membros da liga1.082
National Association ofIntercollegiate Athletics(NAIA)

Associação universitária com regras próprias e ampla presença de estudantes-atletas internacionais. Há bolsas esportivas em muitos programas, com requisitos que variam por instituição.

Membros da liga250
National Junior CollegeAthletic Association(NJCAA)

Sistema de Junior Colleges, normalmente de 2 anos, muito usado como porta de entrada para o college sports e posterior transferência para NCAA ou NAIA.

Membros da liga525

Agora que você entende as ligas, veja as escolas

2.149 instituições dos Estados Unidos e do Canadá em um só lugar, além de uma área separada para clubes de verão. É a mesma base que eu abro para montar a lista de cada cliente, com os dados que realmente decidem: TOEFL, Duolingo, SAT, tuition, liga esportiva, curso e localização.

  • Filtre por curso, esporte, liga, nível de inglês, custo e estado.
  • Veja o perfil completo de cada instituição com informações acadêmicas, esportivas, financeiras e de admissão.
  • Monte a sua lista e me envie. Eu analiso o seu encaixe real.

Cadastro necessário. Para acessar a ferramenta, preencha o cadastro rápido. Após o envio confirmado, a Busca é liberada no seu navegador.

6 etapas. 1 caminho. O embarque.

Não é sobre ter dinheiro nem contato lá fora. É sobre entender o processo e chegar pronto na janela de embarque. Aprenda com quem fez isso sozinho e hoje embarca atletas do mundo inteiro.

01

Vídeo de highlights: o seu cartão de visitas

O vídeo costuma ser o primeiro contato do coach com o seu nível esportivo. Coaches formam uma primeira impressão muito rápido; por isso, seus melhores lances e sua identificação precisam aparecer logo no início. A qualidade e a organização do vídeo influenciam diretamente a primeira avaliação do seu perfil, mas bolsa e recrutamento dependem do conjunto: nível esportivo, perfil acadêmico, necessidade do roster, budget e timing.

  • Minha recomendação: aproximadamente 4 a 6 minutos. Priorize seus melhores lances no início e facilite a avaliação do coach desde os primeiros segundos.
  • Qualidade mínima HD (720p). Imagens tremidas, com contraluz forte ou em que o atleta não pode ser identificado dificultam a avaliação e podem comprometer a primeira impressão.
  • Use marcação visual clara. Recomendo círculo, seta ou outro destaque discreto para mostrar exatamente onde você está em cada lance.
  • Highlights são para mostrar os melhores momentos das suas melhores qualidades. Mostre que você pode fazer mais do que só gols ou só defesas.
  • Plataforma certa: YouTube ou Hudl. Google Drive e WeTransfer costumam dar problema. Nada de TikTok ou Shorts como link principal.
  • Capa de anúncio. Coloque uma capa inicial mostrando seu peso, altura, posição, clubes que já jogou e destaques atléticos (caso tenha).

Mandar um trecho longo de jogo sem contexto ou lances isolados treinando sozinho tende a ter muito menos eficiência como primeiro contato. O highlight deve facilitar a avaliação do coach e mostrar rapidamente suas melhores qualidades.

Highlight video
VÍDEO DE HIGHLIGHTS
Provas de proficiência
TOEFL · DUOLINGO · SAT

Proficiência e testes acadêmicos

O coach pode querer você no time, mas a aprovação final também depende da admissão acadêmica. A faculdade usa provas de proficiência e, quando aplicável, testes acadêmicos para confirmar que você está preparado para acompanhar as aulas.

  • TOEFL iBT, amplamente aceito. Como referência geral, é comum encontrar instituições trabalhando com mínimo em torno de 61 na escala comparável de 0 a 120. O requisito exato varia de acordo com a instituição e o programa.
  • Duolingo English Test, alternativa prática. É 100% online e costuma ter resultado rápido. Como referência geral, é comum encontrar instituições trabalhando com mínimo em torno de 95. O requisito exato varia de acordo com a instituição e o programa.
  • SAT ou ACT, depende da instituição. Muitas universidades adotaram políticas test-optional, mas alguns programas ainda consideram essas provas no processo de admissão.

Você não precisa ter as provas prontas para começar o seu processo. Seu caminho começa com o que você tem hoje, e a estratégia inclui o cronograma da prova que você vai fazer. Muitos clientes tentam buscar as ofertas para depois fazer a prova e boa parte dos treinadores não responde ou busca quem ainda não está pronto no momento da negociação das bolsas.

02
03

Perfil acadêmico e elegibilidade

A universidade americana exige equivalência do seu ensino médio (ou graduação, se você for transferir ou fazer pós-graduação). GPA e histórico são fundamentais.

  • Não existe um GPA único para todas as ligas. Na NCAA, a referência inicial é 2.3 de core-course GPA para D1 e 2.2 para D2; na D3, os padrões acadêmicos são definidos pela instituição. Na NAIA, um freshman pode obter elegibilidade imediata com GPA final de ensino médio de 2.30, ou seguir a via tradicional de critérios de elegibilidade. Na NJCAA, a elegibilidade acadêmica depende dos requisitos aplicáveis e da instituição.
  • Histórico escolar e certificado de conclusão. Providencie tradução oficial ou certificada conforme a exigência da instituição ou do avaliador, mantendo todas as notas e disciplinas.
Perfil acadêmico
GPA · TRANSCRIPTS · MAJOR
Negociação de bolsa
CONTATO · NEGOCIAÇÃO

Contato com os coaches e negociação da bolsa

Esta é uma das fases em que mais vejo atletas travarem quando tentam conduzir o processo sozinhos. Não basta ter vídeo e perfil acadêmico: o contato precisa chegar aos programas certos, no momento certo, com material organizado, personalização e follow-up.

  • Mapeamento. Quais universidades estão buscando a sua posição, com janela aberta no seu ano de entrada e que se encaixam no seu nível técnico, financeiro e acadêmico.
  • Contato profissional com coaches. Email personalizado, perfil estruturado, vídeo, stats e pitch direto.
  • Múltiplas ofertas em paralelo. Aceitar a primeira oferta que chega não é o ideal. Ter opções de universidades interessadas é o que faz o coach melhorar a oferta e você, com sua família, tomarem a decisão de onde será o lugar que você passará os próximos 4 anos da sua vida.
  • Análise real de cada oferta. Bolsa atlética + bolsa acadêmica + need-based + custo restante. Comparação de custo final, não só de "porcentagem de bolsa". Sempre digo aos clientes: 80% de bolsa numa universidade de $15,000/ano é diferente de 80% numa universidade de $97,000/ano.
  • Decisão acompanhada. Não é só sobre bolsa. É sobre nível competitivo, localização, major oferecido, qualidade do programa e adaptação do atleta.

Uma negociação consistente exige histórico de colocação, relacionamento com programas e leitura do contexto de cada oferta. É esse trabalho que desenvolvo desde 2019 com atletas de mais de 60 países.

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05

O visto de estudante (F-1)

Com a bolsa e a admissão encaminhadas, o próximo passo é o visto F-1. Nesta fase, atenção aos detalhes é essencial: preencher corretamente o DS-160, organizar os documentos e chegar preparado para a entrevista consular.

  • I-20 da universidade. Documento oficial emitido pela instituição após a admissão e as etapas financeiras exigidas. Ele é essencial para iniciar o processo do visto F-1.
  • Formulário DS-160. Solicitação online do visto, com perguntas sobre histórico pessoal, viagens e vínculos. As respostas precisam ser completas e consistentes com a documentação apresentada.
  • Entrevista no consulado. O oficial consular avalia o propósito dos estudos, sua documentação, capacidade financeira e vínculos. Preparação e respostas claras fazem diferença.

Uma recusa de visto pode ocorrer por diferentes fundamentos. No F-1, o oficial consular avalia individualmente se o solicitante se qualifica para a categoria, incluindo o propósito dos estudos, os recursos financeiros e a intenção de deixar os EUA ao final do período autorizado. Documentação completa e respostas consistentes são importantes, mas não garantem aprovação.

Visto F-1
VISTO F-1 · EMBAIXADA
Embarque e adaptação
CHEGADA · CAMPUS · TIME

Embarque e adaptação nos EUA

Você fechou a oportunidade, embarcou e começou uma nova rotina. O primeiro semestre concentra muitas mudanças ao mesmo tempo: país, idioma, equipe, treinos e aulas. Um acompanhamento organizado ajuda a resolver problemas com mais rapidez e a tornar a adaptação mais previsível.

  • Chegada no campus e dorm. Onde você mora, como funciona o meal plan, ID estudantil, conta bancária americana, chip de celular, contas.
  • Pré-temporada e integração com o time. Geralmente começa 2 a 4 semanas antes das aulas. Aqui o coach vê seu nível real e seu papel no time. Quem se destaca nesse período é quem tem mais chances de ser titular na temporada.
  • Adaptação acadêmica. A rotina pode incluir syllabus, midterms, tutoria, study hall e outros recursos de suporte, dependendo da instituição, do programa e do desempenho acadêmico.
  • Idioma na prática. As primeiras semanas costumam exigir adaptação, inclusive de quem já estudou inglês. A exposição diária acelera compreensão, vocabulário e confiança para se comunicar.

Suporte ativo da assessoria. O acompanhamento continua durante o processo para orientar decisões, organizar próximos passos e ajudar a resolver imprevistos com contexto e rapidez.

06
QUEM PODE FAZER

Isso é pra você?

Existe caminho para diferentes níveis. O erro é não saber qual é o seu. Veja onde você se encaixa hoje:

CAMINHO FORTE

Você joga campeonato estadual ou base de clube

Sub-17, Sub-20, copinha ou estadual de bom nível. Você tem perfil para conseguir as melhores oportunidades no mais alto nível com boa chance de bolsa alta (e até mesmo integral). Com um vídeo de melhores momentos e jogos completos nesse nível, você chama a atenção dos treinadores, principalmente se vem de uma competição forte no seu país.

CAMINHO POSSÍVEL

Você joga em empresa ou várzea

Mesmo sem vir de um clube grande ou com muita estrutura, ainda há caminho que pode te direcionar à melhor oportunidade possível. A estratégia muda, o foco é evolução técnica e a montagem de vídeo de nível de qualidade. Provavelmente, você não vai conseguir uma bolsa de 100%. Mas, ainda assim, é possível ter oportunidades.

CAMINHO ESTRATÉGICO

Você joga amador ou está retomando ao futebol vindo de um nível baixo

Diferente dos outros, você vai ter que buscar portas de entrada com um certo budget. Geralmente, a NJCAA é bem vista, já que são universidades de dois anos em que você pode construir suas stats e melhorar seu vídeo e aí depois transferir para um nível mais alto.

SEJA HONESTO COM VOCÊ MESMO

Para quem NÃO é

Estudar e jogar nos EUA não é para todo mundo. Se você se identifica com algum dos pontos abaixo, é melhor reconsiderar antes de começar:

Não quer levar os estudos a sério

Ser estudante-atleta exige frequência, notas, trabalhos e organização acadêmica. Se a parte acadêmica não faz parte do seu plano, esse caminho não é o ideal.

Não quer uma rotina competitiva

Treinos, viagens, pré-temporada, concorrência por posição e cobrança por desempenho fazem parte da rotina. Não é uma experiência esportiva casual.

Procura turismo ou intercâmbio

Se o objetivo principal é apenas viajar ou viver uma experiência cultural, existem programas mais adequados. Bolsa esportiva exige compromisso acadêmico e competitivo.

Não quer sair da zona de conforto

Outro idioma, outra cultura e distância da família fazem parte da experiência. Adaptação exige autonomia, disciplina e disposição para lidar com desconforto.

QUANDO COMEÇAR

Qual é o melhor momento para começar?

A idade não define sozinha suas chances. Ela muda o que precisa estar pronto antes do embarque. Quanto mais cedo você organiza vídeo, inglês, notas, documentos e planejamento financeiro, mais opções tende a ter.

14 a 16 anos
PREPARAÇÃO

Dos 14 aos 16, o foco é construir base: organizar vídeos, desenvolver o inglês, cuidar das notas do ensino médio e começar a entender universidades, custos e requisitos. Há tempo para corrigir pontos fracos antes da janela principal de recrutamento.

17 a 19 anos
CAMINHO MAIS COMUM

Dos 17 aos 19, muitos atletas estão concluindo o ensino médio e entrando diretamente na graduação nos EUA como freshman. O foco passa a ser recrutamento, admissão, prova de inglês, documentação, ofertas e escolha da instituição.

20+ anos
FRESHMAN OU TRANSFER

Com 20 anos ou mais, ainda é possível começar uma graduação como freshman ou transferir de outra instituição. O histórico acadêmico, matrículas anteriores e participação esportiva precisam ser analisados com mais cuidado para definir a melhor rota.

Posso trabalhar nos EUA?

Sim, mas com regras claras. O visto F-1 de estudante permite trabalho legal dentro de limites específicos.

DURANTE AS AULAS

Até 20 horas por semana

Limite legal durante o período letivo (semestres regulares). Apenas dentro do campus: cafeteria, biblioteca, academia, recepção, eventos esportivos, dining hall.

  • Salário médio: US$8 a US$15/hora (varia de acordo com o estado)
  • Horários compatíveis com treino e aula
  • Sempre dentro do campus
FÉRIAS DE VERÃO

Até 40 horas por semana

Durante as férias de verão e outros períodos em que a instituição não está em sessão, o estudante F-1 pode trabalhar até 40 horas por semana on-campus, conforme a disponibilidade do empregador e as regras aplicáveis. CPT e OPT são autorizações separadas, com requisitos próprios.

  • O total recebido depende das horas disponíveis, do salário, dos impostos e das despesas
  • A jornada depende da vaga oferecida pela instituição e das regras aplicáveis
  • Internships pagas (com autorização CPT)

"Importante destacar que é uma das maiores ferramentas para tornar esse sonho possível. Se você consegue uma bolsa que te permita pagar $8,000 por ano com tudo incluso e você consegue um emprego que te pague $12/hora, teoricamente você consegue se sustentar sozinho trabalhando no campus LEGALMENTE."

Histórico profissional e elegibilidade no college

Contrato, remuneração, representação e competição profissional antes ou durante o college podem afetar a elegibilidade esportiva. As regras variam por associação e divisão; o histórico precisa ser analisado antes de assinar ou competir.

Já assinou contrato profissional?

Contrato para competir profissionalmente pode afetar a certificação de elegibilidade. O efeito depende dos termos, da remuneração, do momento e da divisão; não presuma perda automática de um número fixo de anos. Confirme o caso com o NCAA Eligibility Center e o compliance da instituição.

Recebeu salário ou prêmio em dinheiro pelo esporte?

Remuneração por participação esportiva e prêmios podem exigir análise na certificação de elegibilidade. Atividades de NIL seguem regras próprias. Documente pagamentos, benefícios e despesas e confirme o tratamento aplicável antes de assumir que o valor é permitido ou proibido.

Tem agente ou empresário formal?

As regras sobre agentes mudaram. A partir de 2026/27, prospectos de NCAA D1 podem assinar com agentes esportivos profissionais antes da matrícula universitária sem perder automaticamente a elegibilidade; o escopo da representação e outras regras continuam relevantes. Revise o contrato e confirme com compliance.

Caminhos mais flexíveis

NCAA, NAIA e NJCAA possuem regras próprias para histórico profissional, remuneração e representação. Uma situação permitida em um sistema pode receber tratamento diferente em outro. O histórico completo deve ser revisado antes de escolher a rota.

"Cada caso precisa ser analisado. Contrato, remuneração, agente, idade, matrícula e histórico de competição podem mudar completamente o resultado da elegibilidade."

Regras de elegibilidade mudam. Antes de assinar contrato profissional, aceitar remuneração ou firmar representação, confirme a regra vigente da associação e, quando necessário, com o compliance da instituição.
O QUE POUCOS FALAM

Regras que ninguém te conta

Antes de embarcar, é fundamental entender que ser estudante-atleta nos Estados Unidos tem exigências reais. Não é turismo prolongado.

Treinos fazem parte da rotina

Treinos, reuniões e atividades do time têm horários definidos e exigem presença. Faltas e atrasos podem afetar sua função no elenco.

Viagens fazem parte da temporada

Jogos fora de casa podem envolver ônibus, avião e hotel. O atleta precisa conciliar viagens com aulas, provas e entregas acadêmicas.

O desempenho acadêmico importa

Elegibilidade depende de requisitos acadêmicos aplicáveis à divisão, conferência e instituição. GPA, créditos e progresso no curso precisam permanecer em dia.

Titularidade não é garantida

Bolsa e vaga no elenco não significam posição garantida. Treino, desempenho e concorrência interna continuam durante toda a temporada.

A rotina exige organização

Treino físico, treino técnico, aulas, study hall, recuperação e compromissos acadêmicos dividem a mesma semana. Organização é parte do desempenho.

Conduta também conta

Comportamento dentro e fora do campus, incluindo redes sociais e convivência com o time, pode ter consequências acadêmicas e esportivas.

"Você não está indo para passear. Está indo competir com atletas do mundo inteiro."

As dificuldades da vida real nos EUA

É transformador. Mas também é desafiador. Quem entra sabendo o que esperar, atravessa a adaptação muito melhor do que quem chega achando que é fácil.

Saudade de casa

Os primeiros meses são os mais difíceis. Família distante, fuso horário, datas importantes longe. Todo atleta passa por isso.

Cultura diferente

Hábitos, humor, formalidade, espaço pessoal. Nada é "errado", só é diferente. Adaptar leva tempo, geralmente uns 6 meses.

Comida diferente

Você sente falta da comida brasileira sim. Arroz, feijão, churrasco, pão de queijo. Mas também descobre coisas novas que vai amar.

Pressão por performance

Coach cobra. Time cobra. Professor cobra. Resultados aparecem semanalmente nos rankings. Nem todo mundo está pronto pra essa pressão.

Competição interna

No mesmo time, atletas brigando pela mesma vaga. Companheirismo + competição. É amizade e rivalidade ao mesmo tempo.

Crescimento real

Você sai do processo outra pessoa. Independência, idioma, networking, mentalidade global. Volta diferente, todo atleta confirma.

"Não é fácil, mas é transformador."

CICLO DA TEMPORADA

Como funciona o ano do soccer universitário

No soccer universitário, o ano costuma alternar temporada principal, desenvolvimento no spring e período de verão/off-season. Entender cada fase ajuda a saber o que esperar dentro e fora do campus.

Conteúdo específico para futebol / soccer
AGOSTO-DEZEMBRO

Fall Season

A temporada principal do soccer universitário. Jogos oficiais, viagens, playoffs. Coaches focados em ganhar, você joga com o que treinou.

  • 16-20 jogos oficiais
  • Playoffs e nationals
  • Pré-temporada começa em agosto
JANEIRO-ABRIL

Spring Season

Temporada de desenvolvimento. Treinos, amistosos, ajustes técnicos e táticos. Coach observa quem vai ser titular no fall seguinte e quais posições ele precisa reforçar.

  • Foco em desenvolvimento
  • Amistosos não-oficiais
  • Avaliação individual
MAIO-JULHO

Off-Season

Sem treinos oficiais com coach e férias da faculdade. Atleta mantém preparação física, joga ligas de verão (UPSL/NPSL/USL2), trabalha no campus ou volta pro Brasil.

  • Preparação individual
  • Trabalho on-campus em período integral durante férias/períodos elegíveis
  • Possível viagem ao Brasil
SOCCER · PROFISSIONAL

Ligas profissionais

Uma visão simples da estrutura das principais ligas profissionais masculinas nos Estados Unidos.

MLSMLS
USLPREMIER*
2028
USL ChampionshipUSL Championship
USL League OneUSL League One
MLS NEXT ProMLS NEXT Pro
* A USL anunciou a USL Premier como nova liga masculina de Division I, com lançamento programado para 2028.
SOCCER · VERÃO

Ligas de verão

Nas férias universitárias, muitos jogadores buscam minutos, ritmo e exposição em clubes de verão. USL League Two, NPSL e UPSL fazem parte desse ecossistema, que é muito importante para os que buscam transferência e, dependendo do clube, pode oferecer moradia e alimentação.

USL League Two

USL League Two

A USL League Two se define como uma plataforma pre-professional. A temporada regular de 2026 ocorre principalmente entre o início de maio e meados de julho, encaixando-se bem no calendário de muitos college players. É o maior nível das ligas de verão, onde geralmente atuam atletas da NCAA D1.

NPSL

NPSL

A NPSL oferece um ambiente de club soccer com forte calendário de verão, usado também por jogadores universitários para competir fora da temporada do college. Também é de alto nível, dependendo do clube.

UPSL

UPSL

A UPSL reúne clubes em diferentes regiões dos Estados Unidos e opera com temporadas ao longo do ano. Muitos atletas universitários utilizam equipes da liga para manter ritmo competitivo e buscar novas oportunidades.

Encontre clubes na Busca

A área de clubes já está integrada ao diretório. Filtre direto na ferramenta de busca para encontrar clubes por localização.

Buscar clubes →

SUA PRIMEIRA UNIVERSIDADE NÃO PRECISA SER A QUE VOCÊ VAI SE FORMAR

A transferência entre faculdades é comum no esporte universitário americano e pode fazer parte de uma estratégia esportiva, acadêmica ou financeira. Isso vale tanto para quem começa em uma Junior College quanto para quem já está em uma universidade de quatro anos. Alguns caminhos possíveis:

Subir de nível

Começa em uma Junior College, performa bem, e transfere para universidade com mais bolsa e mais visibilidade. Caminho clássico de muitos internacionais.

Aumentar bolsa

Mostrou nível alto na primeira universidade? Faculdades vão te procurar para te oferecer mais. Transfer com 1-2 anos de campus americano vale mais que freshman novo por normalmente se ter mais experiência e já estar adaptado ao futebol no país.

Ajustar de programa

Não se adaptou ao clima? Coach mudou? Programa fraco? Não gostou da cidade? Transfer permite reorganizar a trajetória.

EVITE ESSES TROPEÇOS

Os erros mais comuns de quem tenta sozinho

Esses são os tropeços que mais fazem atleta perder janela, perder bolsa ou desistir do processo. Conhecer cada um é meio caminho para não cometê-los.

Não ter vídeo de highlights

Sem vídeo, coach nem responde. É a entrada do processo. Quem deixa para fazer "depois" perde meses preciosos da janela. Não adianta mandar foto de onde já jogou.

Esperar estar "perfeito" para começar

"Vou começar quando o inglês estiver fluente", "quando o vídeo estiver perfeito". Resultado: nunca começa. Processo é construído em paralelo.

Achar que precisa falar inglês fluente

Maioria dos atletas começa com inglês básico/intermediário. TOEFL ou Duolingo são preparados em paralelo. Inglês não é pré-requisito para começar.

Achar que precisa ser rico

O valor da bolsa e do auxílio varia por instituição, divisão, esporte e perfil. NCAA D3 não oferece bolsa atlética; em outros sistemas, a bolsa esportiva pode ser parcial e combinada, quando permitido, com outros auxílios. O que importa é comparar o custo final.

Achar que só existe NCAA D1

NCAA D1 costuma concentrar alta visibilidade e recursos, mas o nível competitivo e o melhor encaixe variam por esporte e programa. Focar exclusivamente em NCAA D1 elimina uma grande parte das oportunidades disponíveis em NCAA D2, D3, NAIA e NJCAA.

Mandar email genérico para todos os coaches

Mensagens genéricas tendem a ter resposta muito menor. O contato precisa mostrar rapidamente por que aquele atleta faz sentido para aquele programa e facilitar a avaliação do coach.

Aceitar a primeira oferta

A primeira oferta não deve ser aceita automaticamente sem comparar custo final, nível esportivo, major e outras possibilidades. Ter mais de uma opção pode aumentar seu poder de comparação e, em alguns casos, de negociação.

Deixar visto para a última hora

O prazo do visto F-1 varia conforme a disponibilidade de entrevistas, o consulado, a época do ano e eventual processamento administrativo. Não deixe para a última hora: depois de receber o I-20 e cumprir as etapas exigidas, avance com o processo o quanto antes.

PERGUNTA DIRETA

Dá pra vir sem inglês?

Sim, começar o processo, sim. Embarcar, na maioria dos casos, não.

Você não precisa ser fluente para começar. Vídeo, organização do perfil, mapeamento de instituições, contato com coaches e planejamento podem acontecer enquanto o inglês evolui em paralelo.

Para ser aceito e embarcar, porém, a maioria das instituições exige comprovação de proficiência. Como cada universidade define seu próprio requisito, não existe uma pontuação mínima universal.

O tempo de preparação depende do seu nível atual, da nota exigida e da sua consistência. E isso importa porque, na rotina universitária e esportiva, você precisará compreender, se comunicar e responder sem depender de tradução.

QUEBRANDO 8 MITOS

O que você ouviu por aí versus o que é real

Muitas decisões ruins começam com informações incompletas ou regras tratadas como universais. O processo muda conforme instituição, divisão, histórico acadêmico e esportivo. Aqui estão alguns pontos que merecem contexto.

"Preciso falar inglês fluente para começar."

A maior parte dos atletas começa o processo com inglês intermediário ou básico. O TOEFL ou Duolingo são provas de proficiência, então, analisam o quanto você sabe da escrita, fala e entendimento de inglês. A real fluência se ganha vivendo lá. O que importa é começar.

"Tem que ser de família rica para tentar."

Existem casos em que a combinação de bolsa esportiva, acadêmica e outros auxílios reduz o custo final a zero ou muito perto disso, mas isso não acontece em quase todos os programas e não é garantido. NCAA D3, por exemplo, não oferece bolsa atlética. O objetivo é encontrar o melhor encaixe esportivo, acadêmico e financeiro para cada perfil.

"Só funciona para futebol americano e basquete."

Existem programas universitários para futebol (soccer), vôlei, tênis, atletismo, natação, golfe, baseball, softball, esgrima e mais. Soccer, em particular, é uma das modalidades com mais bolsa para internacional.

"Tenho que ter contato pessoal com alguém que joga lá."

Coaches dependem de network confiável para receber atletas internacionais. É exatamente esse network que uma assessoria séria entrega, anos de relacionamento direto com programas de NCAA D1, D2, NAIA e NJCAA e cases de sucesso em todo país.

"Preciso ter SAT alto, senão não rola."

Algumas instituições ou programas exigem ou consideram SAT/ACT; outras são test-optional. A política deve ser verificada diretamente com a universidade e não deve ser presumida a partir da liga esportiva.

"Só serve se eu tiver até 18 anos."

Não existe uma faixa universal de idade para todos os atletas. Freshman, transfer e graduate são status acadêmicos, e a elegibilidade depende da associação, da matrícula e do histórico individual.

"Tenho que largar tudo aqui de uma vez."

Você continua jogando e estudando aqui enquanto o processo roda em paralelo. O embarque costuma acontecer entre 4 e 12 meses depois do início, conforme o seu ponto de partida. Há tempo para se planejar com calma.

"Depois do diploma eu volto pro Brasil e acabou."

Após a graduação, estudantes F-1 elegíveis podem solicitar até 12 meses de OPT (Optional Practical Training) pós-conclusão. Graduados de determinados cursos STEM podem solicitar uma extensão adicional de 24 meses, se atenderem aos requisitos. O trabalho deve estar relacionado à área de estudo.

O que o atleta realmente recebe

Bolsa esportiva e outros tipos de auxílio podem reduzir diferentes componentes do custo universitário. Entender exatamente o que está incluído, tuition, housing, meal plan, fees e outros itens, é essencial para comparar propostas pelo custo final, não apenas pela porcentagem de bolsa.

TUITION (MENSALIDADE)

É o maior custo da universidade americana, varia de US$8.000 a US$60.000 por ano dependendo da instituição. Bolsa esportiva pode cobrir parcial ou integralmente. Atletas podem ter até 100% de tuition coberto (chamado Full Tuition).

ROOM (MORADIA)

Quarto no dormitório do campus (dorm), normalmente compartilhado. Inclui cama, mesa, internet, lavanderia. Custa entre US$5.000 e US$12.000/ano. Pode estar incluído na bolsa "full ride".

BOARD (ALIMENTAÇÃO)

Plano de refeições no restaurante universitário. 3 refeições por dia, 7 dias por semana. Atletas costumam ter meal plan reforçado por causa do gasto calórico. Custa US$3.000 a US$6.000/ano.

BOOKS & MATERIAIS

Livros didáticos custam de US$800 a US$1.500/ano nos EUA. Em muitos pacotes de bolsa esportiva, livros estão inclusos via "book stipend" ou empréstimo da biblioteca esportiva. Não é necessariamente obrigado a ter.

VIAGEM DO TIME

As viagens oficiais do time costumam ser pagas pelo programa, incluindo transporte, hotel e alimentação.

EQUIPAMENTO ESPORTIVO

Uniforme e material de treino normalmente vêm do programa.

SAÚDE E FISIOTERAPIA

Atendimento médico esportivo, fisioterapia, nutricionista e preparação física são fornecidos pelo departamento atlético. Em caso de lesão em jogo ou treino, o tratamento é coberto.

TUTORIA ACADÊMICA

Muitos programas oferecem, e alguns exigem — study hall, tutoria e suporte acadêmico conforme desempenho, ano acadêmico e política institucional. Os recursos disponíveis variam por universidade.

Importante: bolsa esportiva e remuneração são conceitos diferentes. Estudantes F-1 elegíveis podem exercer emprego on-campus autorizado até 20 horas por semana enquanto a instituição está em sessão e em período integral durante férias anuais e outros períodos em que a instituição não está em sessão, conforme os requisitos aplicáveis.

A VIDA NO CAMPUS

Onde mora, onde come, como vive.

Em muitas instituições, moradia, alimentação, aulas, instalações esportivas, biblioteca e outros serviços ficam concentrados em uma mesma área. A estrutura disponível varia bastante de uma instituição para outra.

MORADIA · ANO 1 E 2

Dormitório no campus

Quarto compartilhado com 1 ou 2 colegas, banheiro coletivo no andar, sala comum, lavanderia gratuita ou paga, internet de alta velocidade, segurança 24h.

  • Dentro do campus, perto de tudo
  • Cama, escrivaninha, armário, WiFi
  • 1 ou 2 colegas de quarto do mesmo gênero
  • Acesso por ID estudantil
  • Algumas instituições exigem moradia no campus para estudantes do primeiro ano ou de determinadas idades ou anos acadêmicos
  • Costuma ser um pouco mais caro que morar fora do campus
MORADIA · ANO 3 E 4

Aluguel fora do campus

Atletas mais velhos costumam alugar apartamento perto do campus, geralmente dividindo com colegas do time. Mais privacidade, cozinha própria, estacionamento.

  • Em torno do campus
  • Cozinha própria (sai do meal plan)
  • Estacionamento, mais espaço
  • Custo médio US$400 a US$700/mês por pessoa (depende da cidade/estado e quantas pessoas dividem)
ALIMENTAÇÃO

Refeitório universitário

Os meal plans variam por instituição e podem incluir diferentes números de refeições, créditos e opções de dining. Confira sempre o plano incluído na sua proposta e o que ele cobre.

  • Refeições conforme o plano contratado
  • Opções e estações variam por campus
  • Créditos, snacks e bebidas dependem do meal plan
ESTRUTURA NO CAMPUS

O que tem dentro do campus

Muitas instituições concentram grande parte da estrutura acadêmica, esportiva e de serviços no próprio campus. O tamanho e os serviços disponíveis variam por instituição.

  • Campos de treino e estádio próprio
  • Academia, piscina, sala de musculação
  • Biblioteca, salas de estudo, lab de informática
  • Clínica médica, fisioterapia, dental
  • Lojas, café, banco, correio, lavanderia
IMPORTANTE

As regras de moradia variam. Algumas instituições exigem que estudantes do primeiro ano ou de determinadas idades ou anos acadêmicos morem no campus; outras não possuem residências estudantis ou permitem moradia fora do campus. Confirme durante a análise da oferta se a moradia está incluída, qual plano se aplica e quais custos permanecem por sua conta.

O que não está incluído na bolsa

A bolsa ou o pacote de auxílio pode reduzir diferentes componentes do custo universitário; o que exatamente é coberto depende da oferta. Além do custo da instituição, o processo também envolve despesas próprias de documentação, testes, visto e viagem.

ITEM
VALOR
QUANDO
Passaporte
Documento emitido pelo país de cidadania
R$ 257
varia por país
Antes de iniciar o processo
Prova TOEFL
A taxa varia conforme o local selecionado no site oficial da ETS
≈ US$ 250
varia por local
Durante a preparação
Duolingo English Test
Teste online de proficiência em inglês
US$ 70
Durante a preparação
SAT (se exigido)
US$ 68 nos EUA; estudantes internacionais pagam mais US$ 43
US$ 111
Antes da application
Tradução oficial/certificada
Histórico escolar e certificado, quando exigido
≈ R$ 150 a R$ 400
varia por país
Antes da application
Application fee
Taxa de inscrição da universidade, quando aplicável
Varia
por universidade
Por universidade
Visto F-1
US$ 185 (MRV) + US$ 350 (I-901 SEVIS)
US$ 535
Antes da entrevista
Passagem aérea
Origem → cidade da universidade
≈ US$ 800 a US$ 1.200
varia por destino
Antes do embarque

Resumo: o orçamento total do processo, do início até estar morando no campus com bolsa integral, varia de acordo com cada perfil. Algumas faculdades não exigem application fee e outras não exigem prova de proficiência, mas a maior parte dos custos acima aparece para quase todo mundo.

Taxas de referência: visto F-1 (MRV) US$ 185 + I-901 SEVIS F/M US$ 350 = US$ 535. Valores oficiais e formas de pagamento podem mudar; confirme antes do pagamento.
DEPOIS DA FACULDADE

E depois da formatura?

Depois da graduação, existem diferentes possibilidades para trabalhar ou construir uma carreira nos Estados Unidos e permanecer legalmente. Cada alternativa tem critérios próprios e deve ser analisada individualmente.

Possibilidade após a graduação

OPT

Autorização temporária de trabalho diretamente relacionada à área de estudo. Possibilidade de 12 a 36 meses dependendo do seu major e da elegibilidade ao STEM OPT.

Visto de trabalho e caminhos baseados em carreira

H-1B

O H-1B é uma classificação temporária para ocupações especializadas, normalmente ligada a uma função que exige conhecimento especializado e formação compatível. Em geral, há uma petição feita pelo empregador.

EB-1A

O EB-1A é uma categoria de residência permanente para pessoas com habilidade extraordinária e histórico de destaque. Não é obrigatório ter oferta de emprego e a autopetição pode ser possível.

EB-2 NIW

O EB-2 NIW é uma categoria de residência permanente que permite solicitar a dispensa da oferta de emprego e da certificação laboral quando os critérios do National Interest Waiver são atendidos. Não é obrigatório ter oferta de emprego quando o NIW é aprovado e a autopetição pode ser possível.

Quanto tempo leva, de verdade.

A janela típica do processo depende de qual estágio você se encontra. Quem se prepara antes embarca tranquilo. Quem deixa para a última hora sofre, perde a janela ou acaba gastando muito mais. Aqui está o cronograma médio de um atleta que começa hoje.

MESES 1 E 2

Diagnóstico e Vídeo

  • → Análise do nível esportivo
  • → Gravação de jogos
  • → Edição do highlight
  • → Início da preparação de inglês
MESES 3 A 5

Documentos e Provas

  • → Passaporte
  • → Tradução do histórico
  • → TOEFL ou Duolingo
  • → NCAA Eligibility Center
MESES 5 A 10

Outreach e Negociação

  • → Mapeamento de universidades
  • → Contato com coaches
  • → Negociação de bolsa
  • → Application e admissão
MESES 10 A 12

Visto e Embarque

  • → Recebimento do I-20
  • → Pagamento SEVIS
  • → Entrevista de visto F-1
  • → Voo + chegada no campus

Janela ideal: começar aproximadamente 12 a 18 meses antes do semestre desejado dá mais tempo para vídeo, inglês, documentos e negociação. No futebol universitário, uma parte importante do recrutamento acontece entre o fim do fall e os primeiros meses do ano, mas o calendário varia por divisão, programa e ano de entrada.

O melhor processo começa antes da pressa

Quanto mais cedo o atleta começa, maior a chance de encontrar universidades compatíveis, negociar melhor e evitar decisões forçadas perto do prazo final.

12 a 18 meses

Janela ideal: construção de vídeo, perfil acadêmico, inglês, lista de universidades e início dos contatos.

8 a 12 meses

Processo ainda competitivo: contato com coaches, envio de material, chamadas, análise de ofertas e plano financeiro.

4 a 8 meses

Possível, mas exige velocidade: documentação, prova de inglês, aceitação, I-20, SEVIS e visto F-1.

Última hora

Ainda pode existir oportunidade, mas as opções reduzem. O foco vira encontrar encaixes disponíveis, não escolher entre todas as melhores possibilidades.

Documentos que você vai precisar

Lista completa de documentos exigidos no processo. Você pode (e deve) começar a juntar tudo desde já, quanto mais cedo, menos correria depois.

01
Passaporte válido

Documento emitido pelo país de cidadania, com validade suficiente para a viagem e para os requisitos de entrada nos Estados Unidos.

02
Histórico escolar do Ensino Médio

Histórico e demais documentos acadêmicos podem exigir tradução oficial ou certificada para o inglês, conforme a política da instituição ou do avaliador.

03
Certificado de conclusão do Ensino Médio

A comprovação final da conclusão do ensino médio normalmente é exigida para concluir a matrícula; durante a candidatura, regras e documentos provisórios variam por instituição.

04
Resultado do TOEFL ou Duolingo

Prova de proficiência em inglês. Válida por 2 anos. O requisito mínimo varia por instituição e programa.

05
SAT ou ACT (se exigido)

Opcional para muitas universidades pós-pandemia. Obrigatório em alguns programas D1 acadêmicos.

06
Carteira de vacinação (Traduzida de forma juramentada)

A instituição pode exigir registros de vacinação ou outros requisitos de saúde. Confirme a política da escola e os documentos necessários antes da matrícula.

07
Comprovante financeiro (bank statement)

A instituição normalmente exige comprovação financeira para emitir o I-20. Documentos financeiros também podem ser solicitados durante o processo consular; valores e formato dependem da instituição e do caso.

08
Vídeo de highlights

4 a 6 minutos, qualidade HD, com marcação visual. Hospedado no YouTube ou Hudl.

09
I-20 da universidade

Emitido pela instituição após a admissão e o cumprimento dos requisitos financeiros e institucionais aplicáveis. É um documento essencial para solicitar o visto F-1.

Modalidades aceitas e perfis de atleta

Não existe um único "tipo" de atleta que vai para os EUA. O que existe é o encaixe certo entre nível, idade, modalidade, perfil acadêmico e janela de tempo. A primeira reunião serve exatamente para mapear isso.

PRINCIPAIS MODALIDADES

Futebol
Basquete
Vôlei
Tênis
Atletismo
Natação
Golfe
Beisebol
Softbol
Esgrima
Hóquei sobre grama
Rugby

Outras modalidades também são possíveis. Fale comigo se a sua não estiver listada.

PERFIS DE ATLETA

FRESHMAN

FRESHMAN

(início da graduação)

Para quem está concluindo o ensino médio ou iniciando a graduação nos EUA. O timing, os requisitos acadêmicos e a elegibilidade devem ser analisados pelo histórico individual.

TRANSFER

TRANSFER

(já matriculado em faculdade)

Para quem já está matriculado em uma instituição e busca mudar de universidade ou nível competitivo. Créditos, elegibilidade e janela de transferência precisam ser avaliados caso a caso.

GRADUATE

GRADUATE STUDENT

(pós-graduação)

Para quem já concluiu uma graduação e pretende cursar pós-graduação enquanto ainda possui elegibilidade aplicável. A elegibilidade depende da associação e do histórico de matrícula.

Por que o Victor Andrews?

Tem muita agência nesse mercado. Estes são os pontos que me diferenciam, e você pode conferir cada um deles aqui no site.

Anel V. Andrews 2024

Histórico comprovado

Mais de 800 atletas assessorados desde 2019, de mais de 60 países. Nomes, destinos e instituições podem ser conferidos na lista pública do site.

Network com coaches

Relacionamentos construídos ao longo dos anos com programas e coaches de diferentes níveis ajudam a apresentar cada perfil no contexto certo, sem transformar networking em promessa de oferta.

Plano individual

Nível, idade, modalidade, orçamento e janela de entrada mudam de atleta para atleta. A estratégia é construída para o caso individual, não a partir de um modelo genérico.

Transparência financeira

A estrutura de pagamento é apresentada antes do início do trabalho e segue o contrato. Você sabe previamente o que será pago, quando e em quais condições.

Acompanhamento pós-embarque

O acompanhamento continua na preparação do embarque e na adaptação inicial. A relação não termina no momento da assinatura com a universidade.

Compromisso pessoal

A assessoria leva o meu nome. Cada orientação, negociação e decisão é tratada com responsabilidade direta sobre o processo.

Histórias reais de quem embarcou

Alguns dos atletas que embarcaram com a assessoria. Cada card mostra de onde o atleta veio e onde está jogando.

Admar
Admar Ottoniel
NAIA
Lourdes University
Andrei Filho
Andrei Filho
NCAA D2
Auburn University at Montgomery
Breno Guimaraes
Breno Guimaraes
NJCAA D3
Mohawk Valley Community College
Emiliano Santos
Emiliano Santos
NCAA D3
University of Wisconsin-Superior
Eduarda Queiroz
Brasil
Eduarda Queiroz
NAIA
Xavier University Louisiana
Bernardo Pacheco
Portugal
Bernardo Pacheco
NCAA D1
Winthrop University
Caio Carrara
Brasil
Caio Carrara
NCAA D1
New Jersey Institute of Technology
Matheus Alves
Matheus Alves
NAIA
Louisiana Christian University
Naomi Woerner
Naomi Woerner
NAIA
New College of Florida
Fabio Barbosa
Portugal
Fabio Barbosa
NAIA
Williams Baptist University
Joao Gouveia
Joao Gouveia
NCAA D2
Holy Family University
Lucas Barcelos
Brasil
Lucas Barcelos
NCAA D2
Post University
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Dados reais. Destinos reais.

Explore os atletas e processos da Victor Andrews Assessoria. Busque por nome, instituição, país, estado, posição ou liga.

ROLE PARA VER TODOS
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PAÍS DE ORIGEM
INSTITUIÇÃO DESTINO
LIGA
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O trabalho em perspectiva geográfica

Agora veja o mesmo trabalho no mapa: de onde os atletas saíram e para onde foram. Clique em qualquer ponto para ver os clientes daquele lugar.
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O que é possível e o que NINGUÉM SÉRIO deveria te garantir.

O que eu posso fazer por você

  • Avaliar seu perfil com honestidade.
  • Montar estratégia esportiva, acadêmica e financeira.
  • Apresentar seu perfil para coaches da forma correta.
  • Comparar ofertas, custos, ligas e universidades.
  • Acompanhar documentação, visto e preparação para o embarque.

O que ninguém pode garantir

  • Bolsa de 100% para qualquer atleta.
  • Aceitação em universidade específica sem análise do perfil.
  • Oferta sem vídeo, notas, documentos ou timing correto.
  • Visto aprovado, pois a decisão final é sempre consular.
  • Resultado igual para atletas com realidades diferentes.
IMPRENSA · ENTREVISTAS · REPORTAGENS

Na mídia

Entrevistas e reportagens que registram a trajetória de Victor Andrews, o trabalho da assessoria e a evolução de uma história que começou como estudante-atleta nos Estados Unidos.

TV CONNECT USA · ENTREVISTA

Victor Andrews fala sobre sua trajetória e o trabalho da assessoria

Uma conversa sobre a experiência como estudante-atleta, recrutamento esportivo internacional e a construção da Victor Andrews Assessoria nos Estados Unidos.

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Victor Andrews com a família em reportagem do Vou Pra AméricaLER REPORTAGEM
VOU PRA AMÉRICA · REPORTAGEM

De Jacarepaguá aos EUA: como Victor Andrews transformou o futebol em propósito

Uma reportagem sobre a trajetória do Rio de Janeiro aos Estados Unidos e como a experiência de estudante-atleta se transformou em um trabalho voltado a abrir caminhos para outros jovens.

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Do Brasil ao recrutamento esportivo internacional

A trajetória desde a decisão de estudar e jogar nos EUA até o início do trabalho com atletas que buscavam o mesmo caminho.

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O GLOBO · REPORTAGEM

Proatividade e habilidade com a bola para alcançar um sonho

Uma reportagem do início da trajetória nos Estados Unidos, quando o projeto ainda nascia a partir da própria experiência como estudante-atleta.

Tudo que você queria perguntar e ainda não perguntou

As perguntas mais comuns de quem está começando do zero a entender o intercâmbio esportivo.

Quanto tempo demora do início ao embarque?
Da assinatura do contrato até o embarque, a média fica entre 4 e 10 meses. Depende de onde você já está: quem chega com vídeo pronto e prova de inglês feita embarca mais rápido. Quem começa do zero deve contar com algo perto de 12 meses, como no cronograma acima.
Qual a idade ideal para começar o processo?
Começar cedo amplia as opções. Em NCAA Divisions I e II, as regras por idade adotadas em 2026 criam um período contínuo de cinco anos ligado ao primeiro full-time college enrollment e ao gatilho do ano acadêmico após o 19º aniversário, com regras de transição em 2026/27. Para quem inicia full-time enrollment no fall de 2027 ou depois, aplica-se somente o novo modelo. NCAA D3, NAIA e NJCAA seguem regras próprias; cada histórico deve ser analisado individualmente.
Quanto custa, na prática, sem bolsa?
O custo total varia muito por instituição e pode superar US$70 mil por ano. O custo líquido depende do pacote individual de auxílio, do que está incluído na oferta e das despesas que permanecem por conta do estudante. Compare sempre o Cost of Attendance oficial e a proposta final.
E se eu não tiver inglês ainda?
Sim, começar o processo, sim. Embarcar, na maioria dos casos, não. Você não precisa ser fluente para começar. Vídeo, organização do perfil, mapeamento de instituições, contato com coaches e planejamento podem acontecer enquanto o inglês evolui em paralelo. Para ser aceito e embarcar, porém, a maioria das instituições exige comprovação de proficiência. Como cada universidade define seu próprio requisito, não existe uma pontuação mínima universal. O tempo de preparação depende do seu nível atual, da nota exigida e da sua consistência. E isso importa porque, na rotina universitária e esportiva, você precisará compreender, se comunicar e responder sem depender de tradução.
Posso virar profissional no esporte depois?
Em algumas modalidades, o esporte universitário é uma rota importante para oportunidades profissionais. A transição depende da modalidade, do nível, da performance e das regras da liga profissional.
Como é o dia a dia de um student-athlete?
O dia a dia varia por esporte e instituição, mas normalmente combina treinos, aulas, recuperação e compromissos acadêmicos. Muitos programas também oferecem study hall, tutoria, fisioterapia e outros recursos de suporte.
E se eu chegar lá e não me adaptar?
A adaptação é parte do processo, e por isso o suporte da assessoria continua durante o primeiro semestre. Se o encaixe acadêmico ou esportivo não funcionar, um transfer pode ser avaliado conforme as regras aplicáveis, a elegibilidade e a janela do atleta.
Posso voltar pro Brasil depois de formar?
Claro. Você pode voltar logo após o diploma ou, se for elegível, solicitar até 12 meses de OPT pós-conclusão. Alguns graduados em áreas STEM podem solicitar uma extensão adicional de 24 meses.
Como começa o trabalho com você?
Você fala comigo no WhatsApp ou Instagram, marcamos uma conversa para entender seu nível, perfil, objetivo e janela de tempo. A partir daí, recebe um plano estratégico e a proposta de assessoria. Sem compromisso na conversa inicial.
O PRÓXIMO MOVIMENTO
O caminho existe.
A janela é agora.

Talento, notas, orçamento e timing influenciam o resultado. O que você pode controlar é a preparação: começar cedo, organizar o perfil e tomar decisões com estratégia. Me chame pra conversar. Sem custo e nem compromisso.

As mensagens são respondidas pessoalmente, normalmente em até 24 horas úteis.